criatividade

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“O ESSENCIAL É INVISÍVEL AOS OLHOS” – Pequeno Príncipe

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Para ser CRIATIVO é preciso se comportar como tal … reforçar a todo momento …

EU SOU CRIATIVO !!!

HÁBITOS CRIATIVOS

1 – CIRCUNSTÂNCIA – capacidade de olhar o que está acontecendo ao redor … agir ao perceber … habituar-se a pisar fora do seu mundo … na hora da dificuldade nasce a criatividade …

2 – ERRO – não tenha medo de errar … não é o erro da negligência mas o de criar algo novo … ERRE RÁPIDO … escute a intuição!

3 – PENSAR COM A CABEÇA DO OUTRO – empatia, o que não dito é mais importante do que o que é dito … OUVIR mais! resolver o problema a partir do OUTRO … conexão de ideias … construir histórias …

4 – HABILIDADE DE PERGUNTAR – vivemos em um mundo das respostas … arte de fazer perguntas IMPERTINENTES/ IDIOTAS …

5 – PARA SE TER UMA BOA IDEIA TENHA MUITAS – fluência de ideias, não mata a ideia … ah, mas isso já tem … polinizar …

inovação

inovação

“Nada mais difícil de manejar, mais perigoso de conduzir, ou de mais incerto sucesso, do que liderar a introdução de uma nova ordem de coisas, pois o inovador tem contra si todos os que se beneficiavam das antigas condições e apoio apenas tíbio dos que poderão se beneficiar com a nova ordem.” – Nicolau Maquiavel (1459 – 1527)

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crônica das antigas 26/08/1914 #SEP #102

crônica das antigas 26/08/1914 #SEP #102

Sou daqueles que pode afirmar nunca ter torcido por outra agremiação.

Sou Palmeirense de berço. Neto de Palmeirense. Filho de Palmeirense. Pai de Palmeirense. Uma verdadeira dinastia alviverde. Nasci em 1974 (século passado) e me recordo de amargar um tempão na fila sem títulos.

Quando garoto, meu pai nos levava (a mim e ao meu irmão – exímio traidor, por mais tarde ter se transformado em são-paulino) ao que chamávamos carinhosamente de Jardins Suspensos do Palestra Itália – o Parque Antarctica. Uma coisa me chamava à atenção naquela época. Chegávamos sempre atrasados. Saíamos de trem da estação Comandante Sampaio em Osasco para onde íamos caminhando. Descíamos na estação Barra Funda e caminhávamos até o estádio. Imagine fazer isso com duas crianças – meu irmão devia pedir colo toda hora… Uma saga; somente por amor mesmo! Chegávamos sempre no intervalo. Assistíamos às partidas nas cadeiras cobertas. Simplesmente sensacional. Este tipo de passeio era muito frequente e esta experiência foi dando lugar a uma fidelidade que dura até os dias de hoje. Mais tarde descobri que ao chegar na hora do intervalo os portões tinham acesso livre… Isso explica muita coisa!

Passada a infância, o primeiro título que comemorei de fato veio em 1993 – um título estadual e eu com quase 20 anos… É duro ser criança em cenário hostil como este…

Lembro-me bem. Foi a glória. Na sequência um nacional de 1993. Depois mais um estadual e mais um nacional em 94. Era lindo… Em 98; a Copa do Brasil e na sequência a Libertadores de 99. Acompanhava todas as partidas… Na época, São Marcos entrou substituindo Velloso – contundido… Uma história estava começando a ser escrita. Obviamente esquecerei alguém; mas seria um pecado esquecer Júnior Baiano; Roque Júnior; César Sampaio; Zinho; Alex; Paulo Nunes e Oséias. Evair e Euller – o filho do vento – um capítulo a parte nesta trajetória.

Já casado e morando no Bela Vista em Osasco; acompanhei um boom imobiliário. Tenho certeza que meu apartamento valorizou muito por estar localizado em um bairro inglês (Keane 1 x 0)… Cara! Nunca vi tanta gente soltando rojão e comemorando nossa derrota para o Manchester. Todos súditos de Sua Majestade. Depois disso tudo; mais um estadual em 98.

Já casado e morando no Bela Vista em Osasco; acompanhei um boom imobiliário. Tenho certeza que meu apartamento valorizou muito por estar localizado em um bairro inglês (Keane 1 x 0)… Cara! Nunca vi tanta gente soltando rojão e comemorando nossa derrota para o Manchester. Todos súditos de Sua Majestade. Depois disso tudo; mais um estadual em 98.

Meu filho Arthur nasceu em 2007. E na época li um artigo do Ivan Angelo na Veja São Paulo. Tenho a revista comigo até hoje. O artigo me remeteu a este Palmeiras da minha infância e então escrevi para o autor do artigo e para minha surpresa meu comentário foi publicado pela revista na semana seguinte.

Escrevi:

“O que engrandece uma crônica é a capacidade de remeter o leitor a lembranças que o próprio não faz ideia de como resgatar (“O torcedor”, 14 de maio). Ao ler a sua última, lembrei-me do meu pai, em uma dessas tardes gostosas de domingo em família, ouvindo meus tios justificando a incompatibilidade entre seus times do coração e a escolha feita por meus primos. Cada qual procurava desculpas que atenuassem suas inquestionáveis decepções. Um deles voltou-se para o meu pai, que ouvia a tudo calado, e soltou: “E você, Dito, não vai falar nada?”. O velho olhou bem para a minha cara e soltou: “Quando o filho não torce pelo time do pai é porque o pai é frouxo!”. E levantou-se. Eu, claro, o acompanhei. Meu avô, meu pai, eu próprio e o Arthur (meu filho de 6 meses) somos palmeirenses.”

Para quem quiser ler a crônica do brilhante Ivan Angelo, segue o link:

O Torcedor